destaque / empreendedorismo

Tentei pensar onde e quando conheci o trabalho da Ester Carolina. Não sei se foi na IBAB ou no Instagram, mas lembro claramente do quanto foi especial tê-la fotografando minha família no Parque Villa Lobos, durante uma apresentação de orquestra que aconteceu ao ar livre (thanks Bárbara) num domingo em que comemorávamos o aniversário do Giorgio. Meus pais Edson e Lucia Itamara nos visitavam e is registros estão entre os mais queridos da infância do meu filho. Depois a contratei para trabalhos da Otagai e acompanho com simpatia de fã e amiga o reinventar da vida profissional desta colega jornalista que é minha conterrânea.

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Nesta homenagem à Ester, espero incentivar novos repórteres fotográficos e também valorizar colegas que optaram por esta área tão importante na Comunicação.

“Hoje é #diadojornalista e fui incentivada pela querida @samegui do blog @avidaquer para contar um pouco da minha história. 

Desde aquela época em que a gente pensa/quer/precisa decidir a profissão que vai seguir ou o que vai prestar no vestibular, eu decidi pelo Jornalismo. Decidi porque eu queria ser jornalista e decidi porque, mesmo que não chegasse a atuar na área, a faculdade de Jornalismo era a que poderia me dar a formação que eu queria ter, pra vida.

Me formei em Jornalismo, trabalhei como repórter de revistas impressas, até que virei mãe e pude escolher ser mãe em tempo integral por um ano e meio. 

Na hora de voltar a trabalhar, eu queria poder continuar a estar muito presente, o máximo de tempo possível, na vida da minha filha. Então veio a ideia de fazer da Fotografia, paixão pessoal, minha possibilidade de profissão. Ela me daria chance de ter horário flexível para trabalhar e assim acompanhar o crescimento da minha filha.

Fui estudar, fazer cursos, aprender a ser profissional. Assim virei fotógrafa. E desde então fotografo pessoas, famílias, e seus momentos mais especiais, os mais cheios de sentimentos. Nascimentos, aniversários, casamentos. Gosto de dizer que fotografo o amor. O amor de casais, de famílias, de amigos, de pais e filhos, o amor por si mesmo… O que aprendi como jornalista é bagagem para meu trabalho hoje. Eu continuo contando histórias. Registro momentos. Dou atenção aos detalhes. Já tive a alegria de fazer uma exposição de fotos que retratam diferentes formas de amor.

A @samegui também me perguntou sobre livros. Lembrei de dois livros que eu não leria se não tivesse sido obrigada na faculdade: A Sangue Frio, de Truman Capote e A Luta, de Norman Mailer. Duas reportagens incríveis que me prenderam em assuntos que não costumam me interessar: crime e boxe. Tudo pela escrita e pela forma de contar a história. 

Meu trabalho como fotógrafa está no Instagram em @aestercarolina e no Facebook em facebook.com/aestercarolina.

E pra quem gosta de fotografia e livros, está em andamento meu novo projeto: @nestafototeleio.

Parabéns a todos os jornalistas e às suas histórias!”

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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