Acho que gosto de São Paulo…

Na verdade, amo São Paulo, sua diversidade, sua urbanidade caótica e sua gente. Sempre que viajo eu volto feliz para cá, pode?

Algumas pessoas não se encantam com a grandiosidade da cidade, como mostram estas fotos que fiz no Terra semana passada, do alto do 36º andar do WTC (e que faço questão de publicar sem filtro).

São Paulo, vista do 36º andar do WTC

São Paulo, vista do 36º andar do WTC

Podem se encantar com as pequenas coisas da cidade, como estes grafites na av. Rebouças ou as pombas numa praça aqui da Mooca.

Grafites de São Paulo

São cenas ora singelas, ora grandiosas (como os congestionamentos de mais de 140km nas marginais) que fazem nossa vida aqui ser única. E, para alguns como eu, feliz.

🙂

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Há pouco no Facebook eu conversava sobre este post com dois amigos virtuais cariocas e comentei que eu achava que nunca sentiria isso, este “pertencimento”, daí aprendi a amar Tóquio e agora achei minha terra do coração em Sampa. É daquele tipo de amor que não é cego nem surdo, mas que consegue amar sem colocar condições para isto e que ao mesmo tempo busca melhorias em si e no ser amado para viverem plenamente.
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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