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Caruanas do Marajó Cultura e Ecologia pajé Zeneida lima.bmp

Nem sempre vejo no dia certo, mas tento acompanhar o programa Ação desde sua estreia, há dez anos, como parte do projeto Brasil 500 Anos, da Rede Globo. Eu tinha recém-chegado do Japão e voltara com uma vontade imensa de ver as coisas aqui no meu país darem tão certo quando vi lá.

Soube através da assessoria da Globo que nestes dez anos foram mais de 800 projetos visitados. Com o Ação eu acompanhei o amadurecimento do Terceiro Setor, inclusive em relação aos temas e hoje fala de meio ambiente, de sustentabilidade, de geração de renda, de inclusão, de responsabilidade social e também de educação.

Nesta manhã de sábado poderemos ver o sensível trabalho da ONG Caruanas do Marajó Cultura e Ecologia (em Soure, Pará), que cuida da valorização da cultura na ilha e no estúdio, Serginho conversa com a fundadora do projeto, a pajé Zeneida Lima (sim, uma mulher, achei super legal e ela contou aqui como se tornou pajé!). Vejam o que contaram do projeto:

Fundada em 2001, a entidade tem como objetivo proporcionar o acesso à educação para 360 crianças da comunidade carente de Marajó. O programa irá acompanhar de perto como é feito esse trabalho na Escola da Floresta, que mostra uma nova perspectiva de futuro para as crianças e jovens carentes da ilha. Na escola caruana, as crianças aprendem na prática sobre a riqueza e a diversidadade do ecossistema. Nas oficinas de geração de renda, conhecem as técnicas da cerâmica e do artesanato.

No estúdio, Serginho e a pajé Zeneida debaterão sobre as tradições indígenas e ecologia, e de como é possível aliar a vida moderna sem perder os costumes tradicionais da região. Na entrevista, Zeneida explicará como teve a ideia de criar essa ONG, que surgiu por influência da amiga Rachel de Queiroz. “Para mim, o futuro da humanidade está na educação, por isso que estou dando educação para essas crianças, para amanhã eles também saberem amar e preservar a natureza. E que possam tirar o proveito das florestas sem destruí-las”, conclui Zeneida Lima.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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