bem estar

Quando vejo notícias como o levantamento sobre aborto no Brasil feito por UnB e UFRJ, que Lella (do blog Cinema é a minha praia ) me indicou em comentário do post Parto anômimo , não deixo de me perguntar:

  • Será que ainda não chegamos num ponto em que seja possível evitar ao invés de se livrar?
  • Como nós temos ajudado as mulheres que convivem conosco a ter uma atitude mais “pró-ativa” no controle da natalidade?

Aprendi que uma das formas de trazer luz aos assuntos é basicamente falar deles. Vejam bem, você conversa com uma pessoa sobre o assunto e fala claramente do tema, sem vergonha, sem meias palavras, oferecendo-se para uma troca de idéias.

Outro dia eu estava na manicure e bati um papo incrível , quase uma entrevista, com uma obstetra que fazia o cabelo ao mesmo tempo. A conversa serviu para elucidar temas para toda mulherada que estava lá e surgiu simplesmente do fato dela, a médica, não estar mais amamentando o filho recém-nascido porque tivera uma mastite. Simples assim. Mas precisamos conversar com os jovens, com nossas amigas, com os filhos (sim, se for o caso e a faixa etária) e não só com a médica. E se possivel, porque não escrever sobre o tema? Estas são formas de exercer a cidadania!

Fiz um texto para o Nossa Via levantando a questão: Quem aborta no Brasil?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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