cidadania / relacionamentos

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A Praia do Futuro, na capital do Ceará, foi o único lugar do nordeste brasileiro onde me senti realmente vulnerável e presenciei diversas vezes a comunicação entre os bandidos de olho nas possíveis vítimas.

No hotel onde nos hospedamos, à beira-mar, seguranças armados nos acompanhavam à noitinha até o quiosque restaurante do hotel que ficava na frente, a um simples atravessar de rua.

Entendo que temos que ver isso, que alterar esta realidade, que cuidar do nosso país. E ressalto que campanhas como a que fazemos, contra o trabalho infantil (#semtrabalhoinfantil), são parte das ações que podem criar uma consciência nas pessoas e, a médio prazo, mudar os projetos de vida destes jovens que se tornam tristes números da violência urbana.

É da nossa conta!

P.S. Conheci também Pernanambuco (Porto de Galinhas e Recife), Paraíba (João Pessoa) e Alagoas (Maceió) e em todas as cidades saíamos à noite, pé, com tranquilidade. Em João Pessoa e Recife (na Boa Viagem) eu estive a trabalho, sem a família, e nem por isso me senti mais vulnerável do que aqui em Sampa, por exemplo.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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