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Por conta das leituras daqui de casa – #aos10 vai ler O Hobbit em adaptação ilustrada (tipo HQ) de Charles Dixon e #aos12 (que já leu o original de Tolkien) aproveita o Guia Ilustrado de Jude Fischer, presente de Natal dos avós – e da estreia do filme sobre o livro que deu origem à série O Senhor dos Aneis, achei que valia a pena indicar aqui os dois livros em tempo de animar leituras para as férias e, quem sabe, inspirar alguns presentes para “tweens”.

Se já é complicado presentear sobrinhos e primos pequenos, que dirá estes pré-adolescentes atuais? Para mim as dicas são sempre bem vindas!

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Sou super suspeita pra falar sobre a história. Li a série inteira na gestação do Giorgio e Enzo escutou muitas histórias de aventuras da Sociedade do Anel quando tinha entre 1 e 2 anos. Era uma gracinha porque ele sabia de todos os personagens principais e os legos, ainda em montagens disformes, reproduziam o que a gente contava.

Considero que a série é muito boa para falar de valores para as crianças e, apesar de ser um universo predominantemente masculino (minha grande crítica ao Tolkien e que me faz preferia eu contemporâneo C. S. Lewis, de Crônicas de Nárnia, é a falta de protagonistas femininas), as obras trazem novas perspectivas fantásticas, mas sem grandes soluções mágicas para os enfrentamentos que levarão os heróis à vitória coletiva.

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E sobre os livros do começo do post…

O Hobbit é o romance de J. R. R. Tolkien e, apesar da ordem de lançamento no cinema, é aquele que levou o autor a escrever uma das obras de ficção mais conhecidas da literatura mundial: a trilogia de O Senhor dos Anéis. Os fãs deste universo (e me incluo facilmente neste grupo, pois mais de uma década antes do lançamento do primeiro filme o universo de Tolkien fazia parte das bagunças de RPG dos meus colegas), o livro é um marco. Para quem quer saber mais da Terra Média, é uma chance de começar a compreender como Bilbo encontrou o anel mágico, sua relação com Gollum, como conheceu o mago Gandalf e as diferenças entre os anões, humanos e elfos. Os desenhos são simpáticos nas 130 e poucas páginas e há um clima medieval preservado nos traços, suavizando a quantidade grande de texto.

Para quem é mega fã da série, obras como O Hobbit – uma jornada inesperada (de Jude Fisher) são possíveis peças para coleção. Para os jovens que estão começando a gostar da série e aprendendo a se aprofundar nos seus interesses através da leitura fora da internet, pode ser um ponto de partida interessante para criar o hábito de ir além. A obra tem preço bem acessível e certamente agradará mais do que muitos brinquedinhos do mesmo valor. 😉

Defendo muito este estímulo e exercício de prática de leitura para crianças nesta fase intermediária, a que realmente consolida bons leitores, quando eles deixam de ouvir histórias contadas pelos adultos ao seu redor e passam a viver a fantasia da leitura em seus momentos particulares. Nesta hora é que devemos estar atentos aos interesses de cada um e buscar uma aproximação de interesses, pois esta parceria pode ser o pulo do gato para que o amor à leitura e o hábito de aprendizado contínuo, que pode ser o maior diferencial na vida das pessoas.

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E aí, quais são seus planos de leitura para este final de ano? Tem outras dicas interessantes de leitura que podem ser curtidas em família? Compartilhe com a gente!

P.S. E o filme, bom, por enquanto deixo-os com o trailer. E quem ja foi ver pode contar nos comentários sua opinião!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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