cultura web / entretenimento

“Mídias sociais são um caminho sem volta. Apaixonante e rico de possibilidades.”
Mariela Castro no portal Exame

Na semana passada fui presenteada por um livro que pode ser considerado um retrato do momento pelo qual passam as mídias sociais no Brasil em 2010. “A Revolução das Mídias Sociais” (M Books) trata do que todo mundo precisa saber sobre este universo, sem ser ultrapassado nem superficial, com a vantagem de não ser excessivamente descritivo ou detalhista. Em poucos caracteres (mais do que os 140 indefectíveis do Twitter, mas menos do que as antigas laudas jornalísticas) o leitor passa a conviver bem com os termos, as ferramentas e as sinalizações do mundo 2.0 de modo a se tornar apto a uma navegação segura pela web colaborativa. Li o livro em poucos dias e gostei bastante, é daqueles que sem dúvida indicarei para interessados em social media.

O autor, André Telles (@andretelles), já no seu terceiro livro sobre a Cultura web 2.0, gentilmente me citou na obra, como parte desse novo momento das mídias sociais no Brasil. Fico lisonjeada por ver meu “avatar” de Twitter ao lado de tanta gente boa que admiro na web e que foi considerada por  André – o primeiro a escrever um livro sobre as redes sociais no País e pesquisa o tema há muito tempo – como figuras que ele próprio segue.

Eu ainda não li, mas ouvi falar de outro livro mostra internautas que fazem diferença no mundo digital: a capa da tradução de “Grown up digital” – A Hora da Geração Digital“, de Dan Tapscott (Agir Negócios) traz imagem de seguidores do Twitter da @agirnegocios e algumas figuras famosas das novas mídias no Brasil. Dan Tapscott é um dos principais cibergurus do mundo (presidente do conselho da empresa de pesquisa e consultoria nGenera Innovation Network e professor adjunto de administração na Universidade de Toronto e autor ou coautor de 11 best-sellers, entre eles Wikinomics, Geração Digital e Economia digital).

É provável que você conheça uma pessoa que tem entre onze e trinta anos de idade. Você já a viu fazendo cinco coisas ao mesmo tempo: mandando mensagens de texto a amigos, baixando música, fazendo upload de vídeos, assistindo a um filme em uma tela de duas polegadas e navegando pelo Facebook ou MySpace. Ela faz parte da primeira geração que cresceu num ambiente digital — um fenômeno cultural global que veio para ficar. Uma investigação fascinante deste universo, A hora da geração digital tem como ponto de partida uma pesquisa com cerca de 10 mil jovens e, no lugar de um bando de gente grudada em telas as mais variadas, com pouca capacidade de concentração e sem habilidades sociais, ele descobriu uma comunidade que desenvolveu novas formas de pensar, interagir, trabalhar e socializar.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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