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Qual será a hora certa para as crianças terem um celular próprio? E quando eles já são donos de celulares, devem levar à escola? Estas são questões que os pais de “Tweens” (os pré adolescentes) se perguntam sempre e ainda não há um consenso. Em minha família, a coisa foi lenta: começaram a “sobrar” doações de bons aparelhos de celular que uma tia aqui, uma avó lá, um avô de cá resolveram doar para os meninos. Esperei o quanto pude para habilitar estes aparelhos, mas há um tempo eles se tornaram importantes para nossa comunicação. Resultado: temos atualmente uma linha de celular para cada pessoa em casa.

Mas uma coisa é certa (e não adianta as famílias nadarem contra a maré): as crianças e adolescentes atuais estão interessados em portabilidade e acesso a entretenimento onde quer que estejam. É o que mostram os resultados de uma pesquisa do NPD Group nos EUA sobre os aparelhos eletrônicos das crianças, mostrando que 4 em cada 5 aparelhos deles são portáteis. E qual será este não portátil? O console de videogame – que logo pode ser alterado para um D.S. ou PSP, aparelhos que são sonhos de consumo da minha turminha. Segundo li, i levantamento mostrou que TVs de alta definição e laptops estão se tornando mais populares entre crianças e adolescentes de 4 a 14 anos. Vale ver os números, descritos com detalhes no no blog Criança e Mídia.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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