A matemática do nosso dia a dia

Trabalho de @maecomfilhos: pensar na Matemática do nosso dia a dia pro trabalho do filho #aos10

Já comentei que o filhote está no fundamental 2 né? Foi no ginásio que eu aprendi das dificuldades de se dividir trabalho, fazer planejamentos e executar tarefas em equipe. Bem, Enzo #aos10, está vivendo exatamente isso. O outro trabalho em equipe ensinou muito – e achei que eles foram muito bem – sobre a organização do grupo e a forma como podemos fazer a convergência de ideias criar um resultado satisfatório para todos. Lembram-se que comentei da visão deles sobre a fábula de Rapunzel?

Mas muito além da “babação” de mãe coruja, lembrei do tema e quis escrever sobre ele para refletir sobre dois pontos. O primeiro é sobre o trabalho em equipe.

Como é importante aprendermos a liderar e a seguir, a recuar quando o outro fala ou tem ideias melhores e a avançar quando não surgem ideias melhores na equipe, a criar com base no desafio que nos é dado (a todo momento recebemos desafios da vida, concordam?) e a organizar nossa capacidade de produção de forma a conseguir um resultado no tempo que temos.

Habilidades que mais tarde serão indiscutivelmente úteis na vida profissional e que a criança começa a desenvolver e a amadurecer quando brinca com outras crianças, quando briga com coleguinhas por seus pertences ou por suas ideias, quando precisa realizar um trabalho em equipe.

E a segunda reflexão é sobre o trabalho da Matemática no nosso dia a dia, tema do projeto do Enzo. Individual, mas que acabou sendo feito pela equipe “papai-mamãe-filho”, num planejamento estratégico que envolvem muitas reuniões durante os cafés da manhã e jantares, num brainstorm dos bons, com direito a divergências, discussões, insights incríveis e culmina no trabalho que agora ele termina na prancheta de desenho aqui do meu lado – escolhemos desenho e no infogrático balões no estilo Histórias em Quadrinhos são os narradores da matemática no cotidiano de uma casa.

Matemática no dia a dia por @enzobuzz

De certa forma como equipes de trabalho somos como esta casa desenhada por meu filho: um recorte de peças soltas, que parecem ser facilmente recortadas e coladas em balões individuais, com funções e objetivos independentes, mas a verdade é que há uma simbiose no funcionamento das equipes. A casa precisa da cozinha, do banheiro, da lavanderia, da área de lazer na sala e da privacidade dos quartos. Se pudermos ter uma árvore e um carro convivendo em harmonia, que bom, não? Mas, enfim, ninguém vive só no carro e não é saudável vivermos trancados num só ambiente. Creio que da mesma forma, quando nos vemos diante do trabalho, das equipes que direta ou indiretamente estão ligadas à nós no exercício de nossas atividades do dia a dia, é importante ter em mente que não somos uma ilha, antes somos um ponto numa trama maior, na qual não há genialidade que sobreviva sem os demais.

Dar valor a cada uma das “partes” desta engrenagem, destacando qual é a sua função, pode nos dar a medida certa do trabalho que temos condições de realizar. Como você tem lidado com as “partes” do dia a dia do seu trabalho? E da sua vida pessoal?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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