A league of our own

Este era o título de um filme sobre os primórdios do beisebol feminino nos EUA. A história se passava na década de 1940/50 e as moças, apaixonadas pelo esporte, além de driblar várias situações pessoais para participar dos jogos, eram vistas como belas fugurantes no meio da programação principal.

Bem, os tempos mudaram, felizmente hoje uma liga feminina é frequentemente a “pièce de résistence” de uma programação. Um exemplo assim é o programa Saia Justa, que a GNT veicula há anos com sucesso. Soube que hoje estréia na Globo um programa que parece ser semelhante: Liga das Mulheres, que, segundo dizem, foi  formada para discutir dilemas femininos. Quem faz parte da liga? A jornalista paulista Tonha Demasi, a quase-advogada mineira Maria Cristina Soares, a estilista carioca Verônica Black e a maquiadora de noivas paranaense Alessandra Grochko. (até eu achei que faltou uma nordestina, mas isso pode se resolver com o tempo, né?)

Vejam o que elas prometem

Apesar dos diversos estilos de vida, as quatro vão discutir um assunto conhecido por todas: os dilemas contemporâneos do sexo feminino. Comandada pela jornalista Renata Ceribelli, a Liga vai acompanhar casos de mulheres que pedem dicas para resolver problemas do dia a dia. A produção do ‘Fantástico’ recebeu milhares de histórias, de todo o país, com as mais variadas questões: desde a insatisfação com o corpo, passando por dificuldades em arranjar namorado, até a descoberta de um filho homossexual.

A cada domingo, um novo caso é contado. As câmeras do programa registram a rotina desta mulher que não consegue encontrar uma solução para o problema que vive. Depois, as imagens são assistidas pela Liga, que então debate, opina e chega a uma conclusão sobre o assunto. As conversas são sempre acompanhadas por uma especialista na área discutida. E, por fim, as impressões e dicas do grupo são reveladas para a “dona do dilema”, que tenta resolver a questão. O ‘Fantástico’ acompanha tudo.

A ação é 2.0, ou seja, como o novo quadro de Regina Casé (Vem com tudo), convida os telespectadores e internautas a contar seus dilemas no site do programa e diz: quem sabe a liga das mulheres ajuda a resolvê-lo?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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