A importância do ultrassom de 24 semanas #PaisAos40

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Nesta semana teve ultrassonografia da Manu e temos boas notícias: nossa filhinha está com 30cm e 600g, saudável e super ativa!

(Não temos uma imagem boa porque ela estava dormindo,com o rosto encostadinho na placenta, pode? Achei meigo!)

O importante para mim nesta ultrassonografia de 24 semanas era a avaliação do osso nasal, um dos marcadores de alterações cromossômicas que pode ser mais freqüente em mães mais maduras como eu. Felizmente, neste quesito, como nas outras “medidas”, está tudo perfeito com a pequenina.

Feito por volta das 22 a 24 semanas, este exame vai verificar o coração do bebê e suas câmaras, a formação do cérebro, os órgãos digestivos e outros sistemas. Também vai medir a cabeça do bebê e o fêmur, o osso da coxa, para ver se o crescimento está dentro da média.

Outro ponto importante observado nesta fase é a localização da placenta, pois se ela estiver bloqueando a abertura do colo do útero (placenta prévia), o médico vai pedir novos ultrassons para ver se ela mudou de lugar. Meu caso, felizmente, é de placenta posterior.

O exame pode ser feito com doppler, um sistema que mostra o fluxo de sangue no útero, na placenta e no bebê, com as cores azul e vermelha. Vimos também como estava o fluxo de sangue no cordão umbilical e foi bom saber que está tudo tão bem.

E quanto ao osso nasal? Os marcadores anatômicos do osso nasal são diferentes de uma criança com Down, daí a importância da escolha de um bom centro de diagnóstico por imagens para fazer o exame. Outro marcador é a regurgitação da válvula tricúspede do coração, que, durante as contrações, pode não fechar por completo, deixando o sangue passar no sentido inverso.

E estas anomalias tem mesmo uma relação direta com a idade da mãe, embora os homens com mais de 50 anos tenham mais chances de ter filhos com Síndrome de Down do que os mais jovens. No entanto, em 91% dos casos, a alteração genética tem origem materna, isso porque, ao contrário dos óvulos femininos, que sofrem com a ação do tempo, o esperma do homem se renova constantemente.

Enfim, são muitas as preocupações e detalhes que precisamos observar pelo bem estar da mãe e do bebê. E uma das formas de se sentir seguro nesta fase é contar com uma boa equipe. Eu optei por fazer novamente o ultrassom no Laboratório Femme, mesmo não sendo aceito pelo meu convênio médico, pois ter excelentes profissionais me atendendo e respondendo todas as minhas dúvidas durante o exame não tem preço.

P.S. Este não é um publieditorial, mas fiz questão de contar qual laboratório escolhi porque senti uma diferença enorme na conduta médica em relação aos exames que tinha feito na unidade do meu plano de saúde, Unimed Paulistana. Os equipamentos podem ser iguais, mais a habilidade do médico faz toda diferença, ainda mais quando tratamos de nossos preciosos. Recomendo muitíssimo o Dr. Roberto Cardoso.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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