A crise dos 25

Não passei exatamente por esta crise, possivelmente porque eu era recém-casada, recém-formada e mudei de país um dia depois de fazer 25 anos, mas noto que esta crise existe. Se é uma crise da vintolescência dos hobbits ou uma novidade da geração que demora a sair da casa dos pais, não sei. Outro dia li um post no Goiabas Verdes Fritas e me veio à mente um livro que minha irmã leu quando estava nesta idade -e que eu não li, porque à época estava mais na fase Criando Meninos (huahua). Como não li vou deixar uma resenha curtinha aí e esperar que alguém que leu conte em detalhes se ajudou ou não!

A Crise dos 25: Como Lidar com os Desafios da Transição para Vida

Embora a fase entre os vinte e os trinta anos seja uma das melhores da vida, também é marcada por uma dura e nem sempre reconhecida transição para o “mundo real.” A Crise dos 25 é o primeiro livro a tratar desse fenômeno. Ele conta as histórias de jovens que descrevem seus desejos, dúvidas e desafios em relação a trabalho, dinheiro, independência, realização pessoal e relacionamentos. A combinação de novas responsabilidades com uma liberdade nunca antes obtida deixa os jovens indecisos e vulneráveis, fazendo-os alternar fases de euforia e de insegurança, quando questionam se estão mesmo no caminho certo. Em relatos sinceros, eles ganham voz neste livro, expressando não só suas frustrações e angústias, como as conquistas e descobertas que os fazem seguir em frente. Escrito por duas jornalistas de 25 anos, este livro vai ajudar quem está vivendo essa transição, bem como suas famílias, amigos e orientadores. O seu objetivo é fazer com que os jovens não se sintam sozinhos, reconheçam as dificuldades específicas desta fase e tenham a paciência, garra e perseverança de construir o seu próprio caminho.

As autoras: Alexandra Robbins é jornalista, editora da revista Mademoiselle e já escreveu para publicações como The New Yorker, USA Today e The Chicago Tribune. Abby Wilner trabalha na área de tecnologia de informações como administradora de sites. As duas autoras têm vinte e poucos anos e vivem em Washington.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook