destaque / relacionamentos

“A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa
Êh eta esquadrão de ouro
É bom no samba, é bom no couro

O brasileiro lá no estrangeiro
Mostrou o futebol como é que é
Ganhou a taça do mundo
Sambando com a bola no pé
Goool!”

Nasci sob este e outros hinos que ligavam nosso nacionalismo ao futebol e a redenção do nosso povo ao sucesso na Copa. O que demorou tanto para mim, pois vi o Brasil ser campeão só em 1994, aconteceu para meus filhos com tanta naturalidade que eles nem se dão conta da caminhada que nos trouxe até este ano, no qual, finalmente, somos o país sede da Copa do Mundo FIFA 2014.

Para nós esta Copa do Mundo começou de verdade quando visitamos o Tour do Troféu. Ver a tal taça de pertinho, tirar fotos com ela e ver o entusiasmo do planeta todo com este evento nos deu dimensão de que é real.

(Reveja também: O dia que os tuiteiros gritaram “Fala Galvão #calabocagalvao)

Seremos os anfitriões de mais de 30 Seleções e os torcedores destes e de outros países que amam futebol vão encher as cidades onde acontecem os jogos, assim como as de seu entorno. Como podemos receber bem estas pessoas tão diferentes e que chegam aqui com tanto entusiasmo?

Nos últimos dois anos, a partir do Fuleco, vi movimentos para ensinar inglês aos prestadores de serviço, participei de ações para proteger crianças do trabalho durante o megaevento e acompanho a boa vontade de quem mora nas cidades-sede para cuidar bem da vizinhança e receber bem os gringos.

Mas hoje, quando finalmente a Copa do Brasil chegou, acho que é a vez de pensarmos em nós mesmos.

Temos este direito adquirido de sentir felicidade, alegria, júbilo e, por que não?, orgulho por sermos o país sede da Copa e termos grandes chances de levantarmos o trofeu novamente. Podemos decorar ruas e casas, vestir com orgulho as cores da bandeira do Brasil e sair por aí, torcendo e brincando esta Copa que acontece na nossa casa e à qual nós, torcedores e cidadãos fizemos por merecer.

E vale a pergunta que fiz por aqui uma vez:


Em tempos de Copa, quantos serão os donos da amarelinha? Acredito que ela é “patrimônio cultural” do Brasil e portanto não tem um só dono. A quem pertence a camisa amarela da Seleção?

E para quem já se animou, reveja aqui as trilhas sonoras da Seleção.

\o/

P.S. Dia 12 de junho é também o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Reveja aqui vários posts do blog sobre o tema.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook

SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline Estatísticas