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Você tem algum filme que tenha marcado sua infância? Minha resposta para essa pergunta sempre será: SIM! A BELA E A FERA! Isso… Em letras garrafais mesmo, para mostrar minha empolgação, quando eu falo sobre esse filme. Ele me marcou tanto, que eu e meu irmão tínhamos a fita VHS em casa e assistíamos todos os dias. Eu cantava todas as músicas do filme – e até hoje sei a maioria de cor -, aprendi a amar Celine Dion desde essa época, sonhava em cantar “Tale as old as time” no meu casamento e fui até daminha de honra de uma amiga da família de vestido amarelo, assim como o que a Bela usa em uma das cenas mais marcantes, tamanha era minha fascinação pelo filme. Ufa!

Apenas adulta eu percebi o quão importante era a animação A Bela e a Fera na história do cinema. Lançado em 1991 pela Disney, concorreu ao Oscar de Melhor Filme em 1992, foi o primeiro desenho a concorrer ao prêmio nessa categoria e por muitos anos o único, já que a categoria Melhor Animação só foi criada em 2002.





A importância do filme também é enorme na minha vida. Bela era uma princesa diferente: gostava de ler e, apesar de sonhar com o príncipe encantado, não precisou ser salva por ele. Bela sempre foi a minha princesa favorita e eu sempre achei que foi ela quem salvou todo mundo e não o contrário. Para mim, a história é sinônimo de gentileza, amizade e amor, além das aparências.

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Quando fiquei sabendo que meu desenho predileto da infância teria uma versão live-action – ou seja, um filme com atores reais -, a emoção tomou conta. E um pouco de ansiedade, confesso. E o medo de estragarem totalmente o filme e, com isso, minhas memórias maravilhosas de infância?! Comecei a acompanhar os trailers e me emocionava cada vez mais, porque, apesar de eu amar Malévola, por exemplo, acredito que algumas histórias não devem ser muito alteradas e eu tinha medo de não reconhecer a vila, o castelo, as personagens e as músicas. São muitos sentimentos juntos e nem todos fáceis de lidar.

O dia de assistir o filme chegou e eu… Me apaixonei! Gostei tanto da adaptação, apesar de ainda preferir o desenho! No filme há algumas coisas novas, conhecemos um pouco do passado da Fera, o pai da Bela não é um inventor maluco e Bela ensina outras meninas a ler. O que tem de novo, não estraga o original. A história está lá, linda. Eu evitei ler sobre o filme antes de ir aos cinemas, mesmo amando ver vídeos e ler análises críticas, porque, dessa vez, eu queria ir de coração aberto, sem criar altas expectativas de ficar feliz ou frustrada demais. E, sinceramente, foi a minha melhor escolha.

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Como disse, a importância do desenho é grande na minha infância e também na minha princesa preferida. Hoje em dia, temos muitas princesas independentes e há uma tendência para que os filmes e os desenhos tenham princesas que não precisem da salvação do príncipe. Mas durante anos, Bela sempre foi o exemplo do tipo de princesa que eu gostaria de ser. Não me importava de ser vista como esquisita, desde que eu seguisse firme com aquilo que acreditasse, sempre acompanhada de um livro e lembrando que as aparências não são nada. Que as pessoas podem ser infinitamente melhores do que esperamos que elas sejam!

O filme estreia amanhã nos cinemas e já bateu recorde de bilheterias nos Estados Unidos. Vá ao cinema para se apaixonar novamente ou para se encantar pela primeira vez 🙂







P.S. O @avidaquer assistiu ao filme em primeira mão a convite da Disney Brasil.

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Sara se diz carioca acolhida pela Terra da Garoa, filha, irmã, esposa, cristã e jornalista. Acompanhe-a no blog … de atos e fatos… e no Twitter @sarafcmartinez.

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