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Manabu Mabe, mestre.

Manabu Mabe, mestre.

Artistas de origem oriental, brasileiros por opção ou nascimento, selecionados por Mayer Mizrahi para desenhar, de forma visual, um retrato da progressão da arte japonesa pura em direção à contemporaneidade internacional e seu posicionamento na cultura do país. Assim se explica a exposição  Ontem, Hoje e Amanhã, em cartaz a partir de hoje até 06/12 no Espaço Arte M. Mizrahi (Shopping Pátio Higienópolis). As obras dos personagens que já se foram, dos artistas que permanecem em cena e dos que estão chegando, para somar a riqueza cultural do Brasil.

As cinqüenta e duas obras – gravuras, pinturas em óleo e acrílica, esculturas e objetos – exibem um recorte da produção dos artistas e enfatiza as diferenças nos trabalhos de gerações distintas. A coletiva colocou no mesmo espaço expositivo obras de grandes nomes que já nos deixaram, Manabu Mabe e Tikashi Fukushima, os que já conquistaram posição consolidada no mercado cultural, Kazuo Wakabayashi, Yutaka Toyota, Bin Kondo e Mitsue Hosoido e os novos representantes da geração atual em fase de conquista de espaço – Naoto Kondo, Yugo Mabe, e Takashi Fukushima.

E quem são estes artistas?

  • Manabu Mabe (Kumamoto, Japão 1924 – São Paulo, SP 1997)-  Nasceu em 14 de setembro de 1924, na localidade de Takara, Vila de Shiranui, município de Udo, província de Kumamoto, atualmente cidade de Shiranui. A família Mabe, tradicionalmente, era dona de Hospedaria destinada às pessoas que vinham, de navio, das localidades de Shimabara e Misumi. A família era composta de sete filhos, sendo Manabu o mais velho. Manabu Mabe de Kobe, Japão, emigra com a família para o Brasil em 1934, com dez anos. Sua esposa Yoshino desembarca no Brasil no mesmo ano partindo de Niigata. Pintor, gravador, ilustrador,trabalha inicialmente na lavoura de café no interior do Estado de São Paulo. Interessado em pintura, começa a pesquisar, como autodidata, revistas japonesas e livros sobre arte. Em 1945, em Lins, aprende a preparar a tela e a diluir tintas com o pintor e fotógrafo Teisuke Kumasaka. No fim da década de 1940, em São Paulo, conhece o pintor Tomoo Handa a quem apresenta seus trabalhos. Integra-se ao Grupo Seibi e participa das reuniões de estudos do Grupo 15. No ano seguinte adquire conhecimentos técnicos e teóricos com o pintor Yoshiya Takaoka. Nos anos 1950 toma parte nas exposições organizadas pelo Grupo Guanabara. Em 1957 muda-se para São Paulo para dedicar-se exclusivamente à pintura. No ano seguinte, recebe o Prêmio Leirner de Arte Contemporânea. Em 1959, é homenageado com o artigo intitulado The Year of Manabu Mabe pela revista Time, de Nova York. Conquista prêmio de melhor pintor nacional na 5ª Bienal Internacional de São Paulo e prêmio de pintura na 1ª Bienal de Paris. Nos anos 1980 pinta um painel para a Pan American Union em Washington, Estados Unidos; ilustra O Livro de Hai-Kais, tradução de Olga Salvary e edição de Massao Ohno e Roswitha Kempf; e elabora a cortina de fundo do Teatro Provincial, em Kumamoto, Japão.
  • Tikashi Fukushima (Fukushima Japão 1920 – São Paulo SP 2001) Pintor, gravador. Vem ao Brasil em 1940 residindo em Pompéia e Lins, no interior de São Paulo. Em 1946, transfere-se para o Rio de Janeiro para trabalhar como assistente do pintor Tadashi Kaminagai, de quem torna-se aluno. Entre 1947 e 1948, freqüenta aulas, como ouvinte, na Escola Nacional de Belas Artes – ENBA. Em 1949, muda-se para São Paulo e monta uma oficina de molduras no Largo Guanabara, no bairro do Paraíso, que passa a ser ponto de encontro dos artistas de tendências afins e que formam, em 1950, o Grupo Guanabara. Nesse período, integra o Grupo Seibi. Entre 1977 e 1990, é presidente da Comissão de Artes Plásticas da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa. Em 1979, é membro da Comissão de Artes da Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas. Em 2001, a Pinacoteca do Estado de São Paulo – PESP, exibe uma mostra retrospectiva de sua obra.
  • Kazuo Wakabayashi (Kobe, Japão 1931) Pintor. Em 1944, estuda na Escola Técnica de Hikone, em Shiga, Japão. Entre 1947 e 1950, freqüenta a Escola de Belas Artes e a Academia Niki, em Tóquio, e as aulas de desenho e pintura de Kanosuke Tamura. Na adolescência, estudou pintura e desenho com Konozuki Tamura, frequentando ainda o curso de pintura Niki. De volta a Kobe, prepara-se para ingressar na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tóquio; abandona a arquitetura em 1950, voltando-se para a pintura. No ano seguinte, integra o grupo Babel, ao lado de Rokuichi, Kaibara, Ko Nishimura e outros. Em 1953, torna-se membro do grupo Seiki e publica álbum de pinturas e poesias e, em 1954, participa do Delta, além de ilustrar os jornais Shinko Shimbum e All Sports. Entre as décadas de 1940 e 1960, participa de salões japoneses recebendo prêmios em 1947, 1950, 1954 e 1959. Em 1961, transfere-se para São Paulo e torna-se membro do Grupo Seibi, apresentado por Manabu Mabe e Tomie Ohtake. Em 1963 recebe medalha de ouro no 12º Salão Paulista de Arte Moderna e no 7º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos. Conquista o primeiro lugar no Salão de Abril do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1966. Participa de diversas edições da Bienal Internacional de São Paulo, entre 1963 e 1967, quando é premiado. Em 1992, publica-se o livro Wakabayashi, com apresentação do crítico Jayme Mauricio, e em 1993, o Paço das Artes, em São Paulo, apresenta uma retrospectiva de sua obra. Nos últimos dois anos faz exposições individuais e coletivas através do pais, com a individual no Espaço Arte M. Mizrahi e Mabe & Wakabayashi no Joh Mabe Espaço Arte&Cultura.
  • Yutaka Toyota (Tendo, Japão – 1931) Pintor, escultor, desenhista, gravador e cenógrafo, é natural de Tendo, província de Yamagata, Japão. Estuda na Universidade de Arte de Tóquio (Japão), entre 1950 e 1954. Até 1957, trabalha no Instituto de Pesquisas Industriais, em Shizuoka (Japão). No ano seguinte, reside em São Paulo e integra-se ao Grupo Seibi. Em Milão (Itália), entra em contato com Bruno Munari e Lúcio Fontana, entre 1965 e 1968, projeta e executa painel de cimento armado com ferro para jardim, a convite do Museu Pagani. Quando volta de Milão (Itália), naturaliza-se brasileiro e passa a viver em São Paulo. Direciona seu trabalho para o relevo e o objeto. No fim da década de 70, projeta e executa esculturas para a Praça da Sé e Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, assim como escultura em parque público, a convite do Museu de Arte Moderna de Yamagata e da Rádio e Televisão NHK, em Tendo (Japão). Nos anos 80, projeta e executa obras para o jardim da FAAP e Museu de Arte Brasileira, São Paulo; Praça Sarah Kubitschek, Brasília; Ginásio de Esportes de Amarume, Japão e os hotéis Mofarrej Sheraton, São Paulo e Jequitimar, Guarujá, São Paulo. Em 1979, recebe a Medalha de Konju-Hosho, outorgada pelo primeiro-ministro do Japão. Em 1981, recebe a Medalha do Cavaleiro da Ordem do Mérito. É eleito Melhor Escultor de 1990, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA. Recebe a Medalha Kyokujitsu Sokoosho, em 2003; condecoração instaurada pelo Imperador do Japão como homenagem aos nipônicos que se destacaram no exterior Entre 2007 e 2008, cria e executa 13 monumentos nos Estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais em comemoração ao centenário da imigração japonesa ao Brasil. No ano de 2009 compõe a retrospectiva do artista “A Leveza da Flor”, curadoria de Jacob Klintowitz, no MuBE – Museu Brasileiro de Escultura, São Paulo, o lançamento do livro “Yutaka Toyota – 50 anos de Arte” e DVD comemorativo.
  • Satoshi Kondo (Aichi-Ken, Japão – 1937) Pintor, desenhista, escultor e professor é natural de Aichi-Ken, Japão. Estuda pintura e escultura no Colégio de Belas Artes de Asaigaika, Nagoya, Japão e Faculdade de Belas Artes Musashino, em Tóquio, Japão, entre 1953 e 1960. Por volta de 1957, participa de happenings promovidos em Tóquio para contestar as tendências artísticas conservadoras da época. Em 1960, muda-se para São Paulo, onde quatro anos mais tarde integra o Grupo Austral do Movimento Phases, ao lado de Fernando Odriozola, Maria Carmem, Sara Avila e Yo Yoshitome. Participa da 7ª, 8a., 9a. e 10ª edições da Bienal Internacional de São Paulo, entre 1963 e 1969. Conquista diversos premios com IV Bienal de Jovem Paris, França em 1965; 1º Exposição Jovem Desenho Nacional do M.A.C., São Paulo-1º prêmio em 1963; 1º Salão do Trabalho, São Paulo, e 1º Salão do Paraná, Paraná em 1962.
  • Mitsue Hosoido (Tóquio, Japão , 1948) Natural da cidade de Tóquio, forma-se em Desenho Industrial em 1975 pela Universidade de Artes de Tóquio e, em 1978, muda-se São Paulo. A partir de 1983 faz participações e criações das exposições: Exposição de Arte Koguei; Grande Exposição de Arte Bunkyo, São Paulo. De 1989 a 1991 participa da Exposição de Arte Contemporânea Chapel Art Show na Escola Maria Imaculada, São Paulo. Em 1997 realiza Exposição comemorativa, com presença do casal Imperial do Japão. No ano de 2001 promove Exposição Individual “Fios e Formas” no Espaço de Arte Shoko Suzuki, Granja Viana, SP; “O olhar Japonês no Brasil” – Pavilhão Japonês Parque do Ibirapuera, SP no ano de 2005. Em 2006 realiza exibe “Fios e Formas” no Espaço Cultural do Banco Central do Brasil, São Paulo. Em 2007, participa da coletiva “Travessias”, Centro Cultural Apsen, São Paulo. No ano de 2008, 2ª Exposição “Mão da Natureza” Museu Florestal Octavio Vecchi, São Paulo; Exposição “Oriente Contemporâneo”, Botucatu, SP; Exposição “100 anos de Arte Nikkey no Brasil” – Museu Brasileiro da Escultura (MUBE), São Paulo. Em 2009, participa das mostras “Caminhos Espirituais” com Yutaka Toyota e Kazuo Wakabayashi, Casa de Arte e Cultura Julieta Serpa, Rio de Janeiro e “Caminhos Espirituais” com Toyota e Wakabayashi – Galeria Deco, São Paulo.
  • Takashi Fukushima (São Paulo, SP – 1950) Pintor, gravador, desenhista e cenógrafo. Filho do pintor Tikashi Fukushima (1920 – 2001), nasceu em São Paulo, onde vive e trabalha. Estuda arte com Luiz Paulo Baravelli, em 1970 e, no mesmo ano, ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP. Paralelamente aos estudos universitários, expõe nas Bienais Internacionais de São Paulo em 1973 e 1975, obtendo, nesta última, prêmio aquisição. Participa de várias edições do Salão Paulista de Artes Plásticas, sendo premiado em 1976 e 1987. Também em 1987, faz a concepção visual e os cenários da peça Pássaro do Poente, com o Grupo Ponkã, recebendo, no ano seguinte, os prêmios APETESP, Mambembe, Molière e Revelação da Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA. Em 1990 estuda na Universidade Nacional de Artes e Música de Tóquio, Japão, com bolsa concedida pela Fundação Japa e recebe o prêmio de excelência na 1ª Bienal Brasileira de Design, em Curitiba. Em 1991, obtém menção honrosa no 6º prêmio Museu da Casa Brasileira, São Paulo. Em 2001 obtém o título de mestre em estruturas ambientais urbanas na FAU/USP, sob orientação de Issao Minami, iniciando tese de doutoramento. Desde 1992 leciona desenho no curso de arquitetura e urbanismo da Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Entre os anos de 1999 e 2000, é convidado a participar de uma coletiva de gravuras na Kupferstichkabinett der Akademie der bildenden Künste Akademienhof em Viena, realiza uma individual intitulada “Tempos Flutuantes” na Pinacoteca do Estado de São Paulo e participa da Mostra ‘Almeida Jr. Revisitado’. Convidado para a mostra itinerante “One Heart One World” promovido pela NHK pelas cidades de NY, SP, Paris, Sidney, Hanói e Tokyo . Em 2001, publica como objeto de mestrado para a FAU/USP o livro sobre seu pai FUKUSHIMA (ed.Imesp) e organiza exposição na Pinacoteca de SP; com a instalação “Jardim dos Sentidos”, participa da Bienal 50 Anos na Fundação Bienal de SP. Em 2007 tem sua obra representada na Exposição Itaú Contemporâneo/Arte no Brasil, no intervalo entre 1981 e 2006 no Instituto Itaú Cultural, com curadoria de Teixeira Coelho. Em 2008 suas peças premiadas são apresentadas no Panorama dos Panoramas do MAM, e expõe em diversas exibições em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa: Laços do Olhar no Instituto Tomie Ohtake, Arte. Brasil-Japão. Moderno e Atual, MAC USP, Nipo-Brasileiros no acervo da Pinacoteca do Estado de SP. Participa de uma exposição individual, com curadoria de Jacob Klintowitz, no Espaço Cultural Citi, SP. Em Novembro de 2008, apresenta-se na JICA -JapanInternational Cooperation Agency, em Yokohama, na exibição TIME – The Exhibition of Contemporary Art. Em 2009: participa da exposição Abraços na Arte no Museu Rodin em Salvador, BA.
  • Naoto Kondo (São Paulo, SP – 1965) Nasceu em São Paulo, em 1965. Participa de inúmeras exposições individuais e também coletivas, levando sua arte para ser admirada por povos distantes como China, Coréia e Japão. Exposições Individuais: 2002: Galeria Deco, São Paulo, SP – “Espirais”; 2004: Galeria Deco, São Paulo, SP; 1999: Galeria Deco, São Paulo, SP -“Flow into Space”; 1998: GallerySO, Kunitachi, Tóquio, Japão; 1997: Ginza 9BIDOU Gallery, Ginza, Tóquio, Japão; 1996: Libest Gallery, Kichijoji, Tóquio, Japão; 1991: Gallery Takeuchi, Nagoya, Japão. Exposições Coletivas: 2009: Espaço Arte Mizrahi, São Paulo – “ Ontem,hoje e amanhã”; 2008: Nipo-brasileiros no acervo da Pinacoteca de Estado de SP; Arte Brasil-Japão, MAC/USP, São Paulo; 2005: Galeria Deco, São Paulo, SP – “MIX”; 2004: Espaço Cosipa Cultura, São Paulo, SP “1ª Mostra Especial de Arte Coletiva”; Galeria Deco, São Paulo, SP – “10 x 10 = Arte Contemporânea”; 2001: Galeria Deco, São Paulo, SP – “20 anos Galeria Deco”; Espaço Cultural de Furnas – ConjuntoKKKK, Registro, SP; 2000: Museu Contemporâneo de Xangai, China – “China, Korea, Japan Contemporary Art Exhibition” – Yokohama Gallery, Yokohama, Japão; Faculdade de Artes de Pusan, Coréia; Galeria SO HYANG, Pusan, Coréia; 1998: Museu Contemporâneo de Meguro, Tóquio, Japão; Libest Gallery, Kichijoji, Tóquio, Japão; 1997: Ginza 9BIDOU Gallery, Ginza, Tóquio, Japão; 1996: Biblioteca Nacional de Seoul, Coréia; Yokohama Gallery, Yokohama, Japão; 1995: Museu Contemporâneo de Pusan, Coréia; Ginza 9BIDOU Gallery, Ginza, Tóquio, Japão; Libest Gallery, Kichijoji, Tóquio, Japão – “Twelve Art”; Space Zoom, Shibuya, Tóquio, Japão; 1994: Museu Contemporâ neo de Meguro, Tóquio, Japão; 1992: Galeria Deco, São Paulo, SP – “Pinturas”.
  • Yugo Mabe (São Paulo, SP – 1955) Nasceu em 01/05/1955. Graduado em comunicação pela FIAM/São Paulo, em 1977. Filho do pintor Manabu Mabe, mantém contato com as artes desde muito cedo e, no início da década de 70, começa a participar de mostras coletivas. Em 1980, realiza sua primeira exposição individual na Documenta Galeria de Arte, São Paulo, consolidando uma carreira artística. Entre as exposições que participa, destacam-se: 1972 e 1975: Salão Bunkyo, São Paulo; 1975 e 1982: Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo; 1978 e 1996: Salão Brasileiro de Artes, Fundação Mokiti Okada – M.O.A., São Paulo; 1983: Yugo, na Documenta Galeria de Arte, São Paulo; 1984: Yugo, na Galeria de Arte Antonio Bandeira, Rio de Janeiro; 1985: Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas, São Paulo; 1992: Art Miami 92, International Art Exposition, Miami, USA; 1995: Exposição Centenário de Amizade Brasil-Japão, Museu Metropolitano de Curitiba, PR; 1996: Yugo Mabe, no Joh Mabe Escritório de Arte, São Paulo; Tempo Virtual, Espaço Paulista de Arte, São Paulo; Coletiva Três Tendências, Bahiarte, BA; 8º Salão Brasileiro de Arte, Fundação Mokiti Okada, São Paulo; Galeria Deco, São Paulo; 1999: Museu da Moa | Rio de Janeiro; Individual, na Votre Galeria de Arte, RJ; 2002: suas obras integram o acervo do Espaço Arte M. Mizrahi.
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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