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No Dia Mundial da Água muita gente reclamou por ver tudo azul em jornais e portais, numa ação da AmBev ligada ao Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor. A ideia era uma campanha de mobilização para o uso consciente dos recursos hídricos  e eu soube que estão sendo realizadas atividades culturais gratuitas no Parque do Ibirapuera no intuito de reforçar o tema.

Apesar de meu trauma do Ibirapuera (duas vezes fui em exposições na Oca e passei por situações chatas, numa roubaram meu carro e na outra meu filho passou mal do calor e precisou ser socorrido), mas mesmo assim tive vontade de ir lá para ver a exposição “A Casa Líquida”. Dizem que em cada cômodo o público pode conferir quanta água é necessária para desenvolver atividades cotidianas, mostrando de forma prática e palpável tudo precisa de água para ser produzido e, assim, incentivar as pessoas a adotarem ações de economia.

Outro espaço para reflexão é a instalação “A terceira margem do rio”, criação do artista plástico Guto Lacaz que ocupa uma área total de 65m2. Criada originalmente para ilustrar a canção de Caetano Veloso e Milton Nascimento, a obra une com um espelho duas canoas de caiçara iguais, uma pintada de amarelo e a outra bicolor (azul de um lado e vermelho do outro).

A escultura fica até o dia 31/03 sob a marquise do Ibirapuera e a exposição fica aberta até dia 02/04.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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