a vida quer

Acabei de ver no via6 uma postagem do blog do Alessandro Martins (colega de faculdade e jornalista nascido para falar de Cultura) com a lista com os 33 melhores livros infantis do ano, da categoria Criança do concurso Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, criada em 1968, promove a leitura e a divulgação de livros para crianças e jovens. É a seção brasileira do International Board on Books for Young People, existente em 64 países.
Tá bom, já falei desta premiação aqui, eu sei. Mas como não me repetir?
Claro que eu teria mil sugestões para “Hors-Concours”, mas só por ter A Bolsa Amarela e O Sofá Estampado, de Lygia Bojunga (1976 e 1980), e Bisa Bia, Bisa Bel, de Ana Maria Machado (1982) já me sinto feliz. Mas ainda tem O Menino Marrom, do Ziraldo (1986), O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder (1995). E da minha fase como mãe, Almanaque da Ruth Rocha (2004), que não canso de recomedar e Lampião e Lancelote (2006), da editora favorita do Enzo, Cosacnayfi.

E você, teria sua lista dos melhores livros infantis da sua infância também? Como eu, você os lê para seus filhos e se impressiona com a atualidade de uns e a dificuldade que as crianças atuais têm de entender outros? Se você tem tido experiências legais com seus filhos na leitura de livros infantis escreva para nós contando!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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