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Cinco medalhas? Como assim? Eu vi muito mais pela TV!

Verdade, mas Olimpiadas esportivas Rio 2016 os resultados envolvem medalhas diferentes e nomes como Okimoto, Nori, Hipólito. 

Já na 47ª Olimpíada Internacional de Física (International Physics Olympiad – IPhO), que aconteceu no fim de julho e contou com a participação de 450 estudantes do ensino médio de 90 países, os grandes nomes do Brasil são Thiago Ross-White Bergamaschi, (medalha de ouro), Henrique Corato Zanarella, (medalha de prata), Leonardo Lessa, Diogo Correia Netto e Ítalo Silva (medalhas de bronze).

Para participar da competição, os cinco alunos passaram dos treinamentos realizados pela Sociedade Brasileiro de Física (SBF), na Universidade de São Paulo (USP), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

A IPhO é a segunda mais antiga olimpíada científica internacional. Sua primeira edição foi em 1967, na Polônia – antecedeu-a apenas a Olimpíada Internacional de Matemática, que começou em 1959, na Romênia.

Você nunca tinha ouvido falar?

A culpa é da mídia – há pouco espaço para valorizar o talento intelectual e a meritocracia – e também é um pouco nossa. Afinal, divulgamos fotos de artistas e atletas sem pestanejar, mas teremos o mesmo com o mesmo entusiasmo as fotos dos atletas de física ou de química?

Pois é, química!


O Brasil ganhou quatro medalhas na 48ª Olimpíada Internacional de Química, evento que ocorreu entre os dias 23 de julho e 1º de agosto na cidade de Tbilisi, na Geórgia, e contou com a participação de 270 estudantes de 80 países.

O Brasil foi representado pelos jovens Vitor Pires e Pedro Silva, que conquistaram medalhas de prata, Davi Aragão e Gabriel Amgarten, que ganharam medalhas de bronze. No fim, a delegação brasileira ficou em 17º lugar no painel geral, o melhor desempenho que o país já teve na competição. 

Parabéns para todos eles!

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